Adipotide: A Nova Promessa Emagrecedora

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Evito muito falar sobre remédios para emagrecer (exceto fitoterápicos) por aqui, porque acho que ninguém melhor que o médico para falar e esclarecer os pontos principais em relação a esse tipo de medicamento, que não deve ser usado por qualquer tipo de pessoa e, principalmente, nunca deve ser encarado como o personagem principal dos processos de emagrecimento, já que eles podem sim ajudar, mas são meros coadjuvantes.

Entretanto, como fico super ligada nas novidades relacionadas ao assunto, acabei me deparando, tempos atrás, com alguns artigos sobre um novo remédio para emagrecer, que, apesar de estar em fase experimental, promete ser um auxiliar de peso nos processos de emagrecimento.

O nome do novo remédio é Adipotide, e estudos realizados com macacos na Universidade do Texas (teste em animais: até quando? Absurdo!), esse medicamento conseguiu reduzir até 11% do peso dos animais em apenas 1 mês. Observou-se que os macacos com excesso de peso reduziram em até 39% a gordura corporal total, o que é muita coisa para pouco tempo. Em quatro semanas de testes, houve uma redução imensa do tamanho da barriga das cobaias: 27%.

Obesidade abdominal Adipotide: A Nova Promessa Emagrecedora

O mecanismo de ação do Adipotide passa pelo ataque de suprimento de sangue das células de gordura do tecido adiposo, que se acumula sob a pele. Verificou-se que este novo medicamento reduziu a resistência à insulina, o que pode ser um sinal interessante no tratamento de doenças como a diabetes tipo 2, que está também relacionada ao ganho de peso. A conclusão do estudo é que o adipotide reduz a gordura corporal, a gordura abdominal e minimiza a sensação de fome.

A ação dele é no corpo e não no cérebro, e nisso reside, aliás, a grande diferença entre ele e os inúmeros remédios para emagrecer disponíveis no mercado. O medicamento é injetável (1 injeção diária foi a quantidade usada na pesquisa), e não age diretamente no cérebro, sendo, por isso, supostamente mais seguro do que os demais remédios comercializados até o presente momento.

O fato de não agir no cérebro, de não interferir na química cerebral é de suma importância, porque não se sabe, até hoje, o que esse tipo de remédio pode causar a longo prazo. E não deve ser coisa boa, já que a curto prazo os remédios que agem no cérebro geram dependência, complicações cardíacas, depressão, psicoses e graves problemas psiquiátricos. Lógico que isso não acontece com todo mundo, mas as chances não são pequenas, então o melhor é evitar!

A coisa é tão grave que a ANVISA vetou a venda de alguns inibidores de apetite aqui no Brasil justamente por causa da ação dos mesmos no cérebro e dos resultados negativos que isso gera. Até a Sibutramina, que é o remédio para emagrecer mais utilizado por aqui, está sob maior vigilância, sobretudo quanto à prescrição descabida.

O único problema até então observado com o uso desse novo medicamento foram alguns efeitos nocivos nos rins, o que, de acordo com os especialistas, pode ser facilmente resolvido com a redução das doses.

Assim que souber de mais notícias sobre o assunto conto aqui, tá?

Beijos

Ju Lopes

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