Acho que ter um corpo legal e saudável é das melhores coisas da vida, porque simboliza equilíbrio, o que é fundamental para que se viva bem, e isso em todos os sentidos.
Contudo, não se pode, em novo do equilíbrio, pisar no acelerador e sair correndo, sem limites, em direção ao chamado peso ideal. Primeiro que peso ideal é algo muito relativo e depende demais da estrutura corporal de cada indivíduo, segundo que isso já virou obsessão, e vem atingindo sobretudo as meninas mais novinhas, que ainda não tem o corpo e o emocional formados completamente, o que é um perigo.
Sim, mais do que nunca se fala em plus size e todas as suas vertentes, mas o fato é que o excesso de peso é tabu e, não raras vezes, considerado como uma derrota pessoal. Aliás, li essa semana uma matéria que dizia que uma marca declarou abertamente que não fabrica números maiores porque não quer que pessoas gordas usem suas roupas, que são feitas para pessoas “populares”. A coisa é ridícula, mas ao menos a marca teve a “coragem”, se é que se pode falar isso, de declarar abertamente o que tantas fazem de forma velada.
Diante desse tipo de coisa, e de tantas outras que vemos todos os dias, é de se esperar que as pessoas andem cada vez mais obcecadas pela magreza, o que me preocupa por diversos motivos.
O primeiro está relacionado a questão da autoestima, pois é fato que quem está acima do peso, na maioria das vezes, vê sua autoestima ser reduzida a pó diante dos olhares, risadinhas e frases discriminatórias. E uma pessoa que passa por isso é uma séria candidata a ter distúrbios alimentares, como bulimia e anorexia, problemas sérios, problemas que matam, que incapacitam, que destroem uma pessoa.
O segundo motivo diz respeito justamente a esses transtornos, porque já vi meninas de 10, 11 anos, simplesmente pularem refeições e não se alimentarem direito pra não engordar. O detalhe é que todas tinham o corpo normal para a idade, um corpo ainda em formação, que vai sofrer as consequências das privações de nutrientes a que estão sendo submetidos.
Isso tudo causa danos, físicos e psíquicos, que são complicadíssimos de serem tratados.
Falando dos aspectos físicos, a deficiência de nutrientes pode ocasionar doenças, e doenças graves, e isso precisa ser sinalizado, já que leva a perda de cabelos, ao enfraquecimento das unhas, a doenças de pele, a gastrite, a esofagite e a outros problemas sérios.
Essa obsessão generalizada pela magreza é a principal causa da anorexia e da bulimia, porque, com o intuito de alcançarem o tal do corpo perfeito, milhares de mulheres se submetem às dietas mais absurdas e radicais possíveis, e vão ficando cada vez mais magras e doentes, física e emocionalmente.
É preciso, de verdade, que seja feito um trabalho de desconstrução do atual padrão de beleza, o que não é tarefa fácil, já que, economicamente, não é viável, mas é essencial, sob pena de termos, em poucos anos, uma verdadeira epidemia de transtornos alimentares.
Beijos
Ju Lopes
Escolher o vestido de noiva perfeito é um marco na vida de toda mulher, afinal, gorda ou magra, ela quer, sim, estar deslumbrante naquele dia. Mas o que é o vestido de noiva perfeito? É aquele que ressalta seus pontos fortes e disfarça, neutraliza, seus pontos fracos. Ou seja, ele vai chamar a atenção para o que você tem de mais bonito e esconder aqueles defeitinhos que todas nós temos.
Os Melhores Modelos
Os melhores modelos de vestido para noivas plus size são aqueles que não dividem a linha do abdômen, mas isso vai depender muito do formato do corpo, pois existem vários formatos de corpo e, para cada um, as regras são diferentes.
De Olho no Busto
Para quem tem muito busto, por exemplo, os modelos tomara que caia, os de alças finas e os que não oferecem sustentação não são uma boa ideia, assim como os muito fechados. Nesse caso, é preciso que o vestido ofereça sustentação nas laterais e nas alças, para que o vestido fique estruturado e a noiva segura e confortável. Decotes em “V” são ótimas apostas! Já as plus size de seios pequenos podem abusar dos mais variados decotes.
Barriguinha Saliente
As meninas que possuem um volume maior na barriga podem suavizar e disfarçar esse volume com vestidos de recorte logo abaixo do busto (cintura império), e com a parte de baixo, a saia, de tecidos mais leves, para não marcar a região.
Braços Roliços
Quem tem os braços mais gordinhos deve escolher modelos com mangas ou com bolero, mas tudo de forma suave, com, tecidos leves, como a renda, o tule ou a organza, por exemplo. As mangas podem ser mais curtinhas, antes do cotovelo, ou um pouco mais longas, o que não pode são tecidos muito pesados e mangas muito “fechadas”, pois o efeito é oposto, e o que era para ser suavizado acaba se destacando.
Dicas Gerais
- As meninas mais baixinhas devem evitar os modelos plissados, com caldas longas e com recortes horizontais, pois isso vai achatar ainda mais a silhueta.
- Os tecidos foscos são as melhores opções, já que os brilhantes são mais chamativos e dão a ilusão de mais volume. Sim, você pode usar pedrarias, rendas e detalhes diversos, mas de forma discreta, mais suave.
- Os melhores vestidos, os que mais valorizam o corpo plus size, são os que possuem a saia em formato “A”, um pouco enviesadas, mas sem muito volume, para não ampliar visualmente a região. As saias drapeadas também funcionam muito bem para disfarçar o volume da parte de baixo do corpo.
- Escolha um vestido que caiba no SEU corpo. Vestidos apertados demais não “emagrecem” ninguém, ao contrário, deixam a pessoa ainda mais volumosa, com dobrinhas aparentes. Além disso, são desconfortáveis e vão te impedir de curtir aquele que é o seu grande dia!
- Dizem que branco “engorda”, e como ele reflete mais a luz, amplia sim, visualmente, a região, mas escolhendo o modelo certo, aquele que valorize o seu corpo, esse efeito será mínimo e ninguém notará.
- Cuidado com detalhes grandes, pedrarias brilhantes e gigantes, brilhos e coisas do tipo. Tudo isso chama a atenção para as partes do corpo onde estão colocadas, ampliando a região.
Beijos
Ju Lopes
Exceto as mulheres excessivamente magras, que lutam para ganhar peso, todas as outras que conheço querem sempre emagrecer, inclusive eu.
Nada mais comum, afinal, tudo de ruim que acontece em nossas vidas é culpa dos tais quilinhos a mais. A promoção que não veio, o romance que acabou, a autoestima no pé, tudo, tudo é culpa da silhueta rechonchuda. E de quem mais seria?
Assim, imaginamos que a vida seria perfeita e a felicidade completa se fossemos mais magras e, consequentemente, mais amadas, mais admiradas, mais desejadas e até mais competentes. É, as amigas (e inimigas) nos invejariam (e tem melhor? É o que muitas pensam…), o namorado/marido/amante/amigo colorido/afins se apaixonaria, o chefe nos respeitaria mais, todas as roupas caberiam, seríamos lindas e desejadas, tudo o que, supostamente, toda mulher quer, e isso, é claro, faria de cada uma de nós a mulher mais feliz do mundo.
Será mesmo? Será que alguns (ou muitos) quilos a mais têm todo esse poder? Não, eu não estou dizendo que você deve ser a mais gorda das criaturas, eu só estou dizendo que antes de descontar todas as tuas frustrações no suposto excesso de peso, de culpá-lo por tudo e depositar todas as suas expectativas na tal da magreza, é preciso ponderar.
Sim, devemos estar na nossa melhor forma, devemos fazer o melhor possível por nós mesmas, porque, afinal, somos as pessoas mais importantes de nossas vidas. Mas, antes disso, precisamos descobrir as mulheres incríveis que nós JÁ somos e isso independe de peso.
E não, isso não é fácil! Exige um trabalho enorme de autoconhecimento, o que nunca é simples, mas faz uma diferença enorme nas nossas vidas. É a partir desse processo de autoconhecimento que aprendemos a mudar a nossa forma de pensar e de nos relacionar com nós mesmas e com o mundo, parando de nos julgar, de nos culpar e começando a, verdadeiramente, viver.
E para viver, e viver bem e viver feliz, não importa quantos quilos você tenha. O que importa é como você se sente com a pessoa que você é.
Que tal começar, então, a observar porque você anda comendo demais. São as frustrações? São as tristezas? São as perdas? São coisas de agora ou de lá de trás, de um passado que você gostaria de esquecer?
Qual é o problema? A dor, a situação ou o fato que você está, metaforicamente, “comendo”? É para esquecer o quê? É para se anestesiar de quê?
Você acha mesmo que isso adianta? Eu acho que não… E descobri isso tarde, depois de ter feito TODAS as dietas e todas as loucuras possíveis para emagrecer. E foi depois de tudo isso, e muito mais, que um dia, com calma, conto para vocês, que entendi que “dieta” não é a melhor forma de emagrecer, porque dieta trata o sintoma, que é o excesso de peso, e tratar os sintomas é perder tempo, porque eles vem e vão.
Quem quer emagrecer de verdade tem que tratar as causas, que quase sempre são internas.
Beijos
Ju Lopes
Eu, como toda mulher desse planeta, vivo falando de dieta e sempre quero emagrecer (preciso mesmo!). Tento (mas só tentoooo) comer direito, tenho feito atividade física regularmente e todas essas coisas que eu mesmo “recomendo” por aqui para quem deseja mandar para longe uns quilinhos a mais.
Entretanto, mesmo estando acima do peso que julgo ser o ideal, eu NUNCA me diminuí por isso e nunca permiti que ninguém o fizesse, porque não posso admitir que alguém julgue a pessoa que eu sou pelo tamanho do meu manequim. Resolvi falar sobre isso hoje porque vi uma cena dia desses que me deixou meio chocada… Cheguei em uma determinada loja da minha cidade (Jequié – Bahia), e uma moça, que deveria ter uns 15 anos, no máximo, estava com uma senhora (mãe, tia ou algo do tipo) e uma irmã (ou prima…) comprando roupas. Ela era bem gordinha e a senhora, de segundo em segundo, falava para todo mundo ouvir, que ali não tinha nada para ela, que ela estava imensa, que não adiantava comprar roupa, pois ela ficaria feia do mesmo jeito.
Eu fiquei tão, mas tão chocada que não sabia se chorava ou se dava três gritos e três sacudidas na dita senhora (me desculpem, eu sei que não é o certo, mas é o que dá vontade de fazer!), porque aquela situação era tão humilhante e tão vexatória, não só para a menina, mas para a senhora que a acompanhava e para todos que ali estavam, que só dando uma “sacodida” no mundo, só dando uma de louca para fazer aquilo parar.
Mas o que me chocou mais foi o fato de que a menina não reagiu NADA diante daquilo, não esboçou nenhuma reação, o que é um claro indício de falta absoluta de autoestima e de “autoamor”. O que pareceu, para mim, foi que a autoestima daquela criança estava dilacerada, porque ignorar, não se indignar, não esboçar reação é a pior das reações, e ela simplesmente fingiu que não era com ela e continuou olhando as roupas, enquanto a mãe continuava, e continuava, e continuava…
Um dia conto para vocês tudo o que, mesmo sem ter o direito, falei para essa senhora silenciosamente no provador, mas o que quero mostrar é que isso acontece muito, todos os dias, e não só na relação mãe/filha, mas também entre amigos, colegas de trabalho e também relações amorosas.
Isso existe em todos os lugares e, por mais que me choque, não me deixa tão “embasbacada” quanto o “silêncio das vítimas”. A ninguém é dado o direito de desfazer, de humilhar, de “pisotear” em quem quer que seja porque essa pessoa está acima de peso. E NINGUÉM tem o direito de permitir isso… Eu proíbo (toda mandona!) vocês de permitirem uma coisa dessas. Não pode, gente, não pode! Porque o que importa, nesse caso, não é o excesso de peso, é o tal do “autoamor“, aquele que a gente tem que ter independente de qualquer coisa, aquele que ninguém pode tirar da gente.
É preciso se amar, e se amar muito, independente do seu corpo, cabelo, pele… Mas é preciso, além disso, mostrar isso para o mundo e não deixar, em nenhuma hipótese, que esse “autoamor” seja atingido, pisoteado, massacrado.
Pensem nisso!
Beijos
Ju Lopes
Quem tem seios grandes sofre para encontrar roupas que caiam bem, sofre para encontrar o sutiã perfeito, sofre com o volume dos seios e sofre para, dependendo do caso, disfarçar o volume local.
Apesar de “estar na moda” (odeio essa expressão, acho cafona!), seios grandes são um inconveniente, principalmente quando são MUITO grandes, o que deixa a pessoa mais gordinha do que realmente é. Mas, com os truques certos, dá para reduzir visualmente a região e aparentar uma silhueta mais fininha. Ainda bem!
O Sutiã Certo Faz Milagres!
O sutiã certo para quem tem seios grandes tem caimento perfeito, afina o corpo, acomoda os seios completamente, sem deixar “sobrar peito” dos lados, sem apertar e oferece um sistema de sustentação eficaz, com a lateral mais larga, pra garantir a sustentação. Sim, é a lateral larga e o reforço na faixa do torax que garantem a sustentação, e não as alças!
Depois que descobri os sutiãs da Hope (não é jabá, não!), minha vida ficou MUITO mais fácil, porque minhas costas são largas e os meus seios “pequenos” (depois da cirurgia, lógico!), o que sempre foi um problema, porque as costas ficavam apertadas e a taça nunca “guardava” tudo, fazendo “sobrar” peito dos lados. O diferencial dos sutiãs da Hope é o tal do sistema, que já falei por aqui, que oferece, por exemplo, cinco tipos diferentes de sutiã tamanho 40. Isso é muito importante, porque leva em conta a largura das costas e o tamanho dos seios.
As peças são caras (por aqui saem por 118 Dilmas), mas o efeito dado é divino, porque, além do conforto, parece que a gente emagreceu, sabe? Ah, detesto sutiã que me deixa com o peito grandão, parecendo aquelas “matronas”!
Roupas Que Disfarçam O Tamanho dos Seios
Quem tem os seios volumosos deve investir em peças mais escuras na região superior do corpo. Caso deseje usar estampas, opte pelas de padronagem pequena e de fundo escuro, que minimizam o volume. Estampas grandes e claras dão a impressão de que os seios são maiores e devem ser evitadas.
Evite, ainda, blusas brilhosas, que aumentam o volume da região, assim como blusas cheias de detalhes, babados, lantejoulas, laços, pregas e coisas do tipo. Deixe os detalhes para a “parte de baixo”.
Cuidado com os colares muito grandes, muito compridos e muito chamativos, pois provocam ainda mais volume. Caso queira usar colares, opte pelas peças mais curtas, que fiquem acomodadas próximas ao pescoço, pois aí chamam a atenção para o pescoço e não para o colo.
Aposte nos decotes! Quem tem peito grande, um colo bonito, pode e deve apostar nos decotes, mas sempre nos que valorizam a região, como os decotes em V ou em U não muito profundos (é pra mostrar o colo, não o umbigo!). Esse tipo de decote alonga a silhueta e deixa a região visualmente menor, criando o efeito ideal.
Evite as blusas muito fechadas e as golas altas, bem como o decote tomara-que-caia. A mesma regra das blusas vale para os vestidos, tá?
Beijos
Ju Lopes





